
O objectivo único das lombas é levar os veículos a reduzir a velocidade em determinadas zonas consideradas potencialmente perigosas. Só que, não raras vezes, a deficiente colocação destas bandas sonoras acaba por torná-las na principal ameaça a temer pelos automobilistas.
Em Alenquer existem, casos que mais parecem muros do que lombas, é por exemplo o caso das novas lombas colocadas nos Casais Novos, na verdade gostaria de saber se no caso de um acidente, quem é que paga os danos causados por estas lombas, que de acordo com uma noticia publicada no NV, tem mais de 13 cm de altura.
Já agora: Em Portugal, cabe às câmaras locais ( não as juntas de freguesia ), ou ao Instituto de Estradas de Portugal (IEP), a instalação destas marcas de acalmia de tráfego. Mas nem sempre estas entidades respeitam as mais elementares regras do bom senso (e da própria lei).
Sucede, porém, que estas interferem com a estabilidade do veículo, impossibilitando uma travagem correcta e eficaz, uma situação agravada se o automóvel dispuser de sistema ABS (dispositivo que, a partir de 2005, será mesmo obrigatório, devido a uma directiva da Comissão Europeia).
Outros perigos apontados às lombas: é criação de situações de aquaplanning quando chove; danos materiais nos veículos devido às suas grandes dimensões; os autênticos atentados à saúde das vítimas transportadas de maca em ambulância.
Para rematar :
Como afirmou João Alves (procurador-adjunto), aquando da realização de um estudo sobre o tema por parte da Procuradoria da República, "face às disposições legais e à não homologação em termos de componentes, não tenho dúvidas em afirmar que é ilegal o seu uso em Portugal das lombas, sendo as entidades que as colocam nas vias públicas passíveis de responsabilidade civil e criminal. Quem fala assim...
O concelho de Alenquer esta a ser palco de encenações políticas democraticamente perversas e contra todas as regras da democracia e dos valores da solidariedade.
O eleitorado está descrente nesta prática auto-umbilical de estar e fazer política por parte de quem recebeu o voto por força dum discurso de campanha completamente ao contrário da prática realizada no exercício do poder.
Isto é, o povo de Alenquer está desiludido com todos aqueles políticos que, na mira da sua exclusiva sede de poder, tem um discurso de aldrabice nas campanhas e uma prática de aldrabice quando no exercício do poder, com o tal discurso de aldrabice, porque antagónico com a prática.
O mais estranho é que se branda o estandarte dos valores democráticos com comportamentos manifestamente antidemocráticos e do quero, posso e mando. É desolador para o povo de Alenquer , assistir a espectáculos de esfrangalhamento das próprias hostes partidárias, como os que aconteceram no PSD de Alenquer , acusando militantes e simpatizantes do mesmo partido através da calúnia e com suporte em mentiras que são contrariadas pela acção política visível. Alenquer não pode suportar nem apoiar aqueles que quando estão fora do poder querem este mundo e o outro e que no entanto nada fazem na realidade, quando chegam ao poder não querem nada e dizem que esse nada é muito.
O eleitorado de Alenquer deve estar atento aos comportamentos e encenações dos actos lúdico-políticos de lançamentos de primeiras pedras e de inaugurações de maquetes.
A política da ilusão e da miragem é uma pratica bem conhecida dos socialistas, durante todas estas décadas de poder. Basta de ilusões de que o nada é alguma coisa, porque em política o importante é respeitar a dignidade das pessoas, sobretudo ao nível do que se chamam princípios fundamentais e garantias dos cidadãos como pessoas e não como meras coisas que se consideram de menor valor do que o dinheiro.
Os partidos políticos devem exigir que os seus eleitos deixem de ser eleitos para si próprios e para alguns dos seus poucos amigos. E deve escolher a simplicidade competente e, não, a altivez e a arrogância tipo cilindro cego, que não olha a meios para atingir fins e apostando incessantemente na política do morde canelas e do dividir para reinar.
Há por cá, por este nosso no concelho, algumas espécies que urge eliminar para que o medo e o desenvolvimento comecem a ser esperança. Se assim não for de nada servem as eleições.
É bom que se comece a trabalhar pois as autarcas estão já a dois passos e se Alenquer quer voltar ao mapa do desenvolvimento devem começar a apostar nas pessoas certas que mostrem competência e não nos amigos dos amigos.
A política, pela sua inesgotável natureza competitiva, e, mais ainda, pela forma pública que esta competição assume, é um campo de actividades onde proliferam adversários e inimigos. Só não tem adversários, nem cria inimigos, quem é politicamente inofensivo.
Quem tem ambição e luta por seus objectivos, por certo terá adversários, e, talvez, ao longo da carreira, vá adquirir inimigos É absolutamente vital saber distinguir: inimigo não é o mesmo que adversário.
O adversário contenta-se em derrotá-lo, o inimigo só encontra paz destruindo-o, dos adversários não é preciso gastar tempo para analisá-los.
São participantes do jogo da política, competidores, por vezes duros e até desleais, mas o que desejam é vencer a eleição, ocupar o cargo. Não os move um ódio pessoal, nem um desejo de destruição que são característicos dos inimigos, como por vezes acontece em Alenquer.
Mas dos inimigos sempre há muito que falar e sempre há mais para aprender. Inimigos podem-se criar na vida pessoal e transferir-se também para a política, como podem surgir da actividade política em si mesma. Não importa a origem.
Se for inimigo, o sentimento contra nós é o mesmo, infelizmente, existe em Alenquer algumas pessoas, que se esquecem de que na política são adversários e não inimigos e que em muitos casos, jogam claramente sujo.
Ao transferir-se para o mundo da política inimizade por A ou B, ela, entretanto mascara-se de motivos nobres e elevados, para se justificar perante a opinião pública. Assim, a inimizade pessoal, quando actua na política, assume convenientemente a forma de um conflito político.
É preciso saber distinguir com clareza entre hostilidade política de inimizade pessoal travestida com argumentos políticos. O pior que pode suceder é tratar um inimigo como se fosse um adversário, pela incapacidade de distinguir a razão da inimizade.
É muito difícil lidar com uma situação como essa. Não interessa tentar desmascarar os inimigos, mostrando às outras pessoas que a razão da hostilidade não é política e sim pessoal, assim, não resta outra alternativa senão a de tratar politicamente o conflito, embora saiba que sua razão é pessoal.
Ter que lidar com um conflito irremissível, cuja razão é pessoal, fazendo de conta que é um conflito político, é muito exas-perante, psicologicamente oneroso, e estrategicamente complicado. A cada crítica que sofremos, saberemos descodificar todos os significados implícitos, todos os sentimentos que a animaram, e que não sendo dos outros conhecidos, parecerão meras críticas políticas.
Viveremos permanentemente a sensação de sermos vigiados, perseguidos, acusados, sabendo que diante do menor erro que cometermos, o nosso inimigo, estará pronto para explorá-lo de forma impiedosa.
Teremos sempre que conviver com a plena consciência de que o nosso inimigo, para fazer-nos mal, é capaz de agir contra o seu próprio interesse pessoal e político. Se for verdadeiramente um inimigo duro e irreconciliável, cujas razões são de ordem pessoal, pouco ou nada tem a perder - o seu objectivo é destruir-nos.
Adversários, talvez pudéssemos tentar mudá-los e até fazê-los novos amigos, principalmente se os formos procurar na hora em que somos vitoriosos e que eles foram derrotados. Inimigos nunca. Inimigos não se tentam mudar.
A melhor política para com eles é mantê-los à distância, e vigiá-los. Saber sempre onde estão, com quem se encontram, o que dizem, em quem confiam, e, se possível, quais os seus planos.
E não se esqueça: os inimigos nunca esquecem. Acima de tudo, não caia no engodo de tentar mudar seus inimigos, se são verdadeiros inimigos, interpretarão o seu gesto como fraqueza, como revelador do medo que tem deles.
Poderão fingir que aceitam a aproximação para conhecer melhor seus pontos fracos, seus segredos, suas carências, para atacá-lo, no momento em que estiver mais vulnerável.
O governo português deve ajustar rapidamente o ISP de forma a travar a escalada dos preços dos combustíveis, ou a retoma da economia portuguesa será mais uma vez prejudicada.
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