Aquele que procura a verdade corre o risco de a encontrar
Sexta-feira, 19 de Novembro de 2004
Os profetas da desgraça e os falsos Democratas ameaçam.


Mário Soares afirmou ontem à noite, no Porto, que só a restituição da voz aos cidadãos pode evitar "revoltas descontroladas" e que só ainda não houve "aventuras militares" devido à integração de Portugal na União Europeia”


Mas este senhor ainda diz mais, parecendo esquecer os dias de greves gerais vividas pelos seus governos e o estado em que deixou o pais em total bancarrota .


“Não iremos cumprir as metas do défice. Não há qualquer sintoma de retoma. O desemprego sobe. O ambiente social é de grande crispação. É visível a crise de confiança no Governo, oposição, partidos, instituições, justiça, políticos, educação, cultura ciência, saúde, segurança social, trabalho, medicina... é preciso sacudir a depressão"


"num mundo tão inseguro e desregulado como o actual, onde a pobreza aumenta todos os dias, Portugal encontra-se numa situação bem difícil, sem estratégia para o futuro, desorientado, perdido no seu labirinto político".


A questão que se deve colocar a este senhor é a seguinte existe ou não uma maioria eleita democraticamente para assembleia?



publicado por Carlos José Ferreira às 06:50
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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2004
Oposição promete votar contra Orçamento de Estado
O Orçamento de Estado para 2005 começa a ser debatido esta quarta-feira na generalidade no Parlamento, já com a certeza de que é intenção da oposição votar contra, acusando o OE´2005 de ser «opaco» e «irrealista».


publicado por Carlos José Ferreira às 07:45
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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2004
Autarcas acusam também o Governo de indiferença


Alenquer quer mostrar a Mexia resultados da indefinição para Ota



publicado por Carlos José Ferreira às 07:41
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Quarta-feira, 10 de Novembro de 2004
Trinta anos de ausência de políticas
Este executivo camarário não conhece a realidade deste concelho é a conclusão que se pode tirar da desgovernação Socialista dos últimos trinta anos em Alenquer.

Desde que chegou ao poder o executivo Camarário tem feito uma gestão municipal pela negativa, até porque, esta maioria, não serve os interesses de Alenquer e dos Alenquerenses .

Uma outra questão que me preocupa, tem a ver com os recursos humanos.

Neste sentido, considero que, a cada festa, cada inauguração ocupa e gasta o tempo de trabalho dos funcionários da câmara que em vez de se ocuparem com as suas tarefas de funcionário público vêm se ocupados com a ininterrupta preparação de festas e eventos, que para mais na maioria dos casos são mal divulgados.

Em vez de resolver os problemas que ainda persistem após tantos anos de ocupação, ocupa os seus funcionários com tarefas supérfluas.

O facto é que o executivo comandado por Álvaro Pedro não tem uma politicade desenvolvimento sustentável, onde estão as rotundas do Carregado, onde esta o Centro de Saúde de Alenquer onde esta a regularização do leito do Rio de Alenquer, onde estão as zonas industrias, onde esta a habituação condigna e sem fabricas a mistura. Onde esta a alternância de ideias ?

Quais são as principais linhas de intervenção social, económica e política deste executivo?

O que se passa com o saneamento porque andam as equipas de limpeza e reparações da câmara, ocupadas com outras tarefas (como por exemplo garantir a data de inaugurações e festas avulsas) e que por isso deixaram de percorrer as ruas do concelho, basta olhar para o chão da sede de concelho para pensarmos que estamos num pais de terceiro mundo

Já no campo social a desilusão é ainda maior, com os erros na política de habitação social ( falta da mesma) e desorganização urbanística e a total falta de tomada de medidas que visem combater as construção desmedida que vimos crescer nas encostas da Vila.


Em trinta anos de ausência de políticas que beneficiassem Alenquer, o executivo camarário, envio Alenquer para um atraso irremediável, não quero deixar de salientar que as criticas não se devem ser o PS que esta no poder em Alenquer , pois o mal esta nas pessoas e não nos partidos, pois em Câmaras Socialista aqui bem próximo de nós podemos ver trabalho feito e em muito menos tempo.


publicado por Carlos José Ferreira às 07:25
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Sexta-feira, 5 de Novembro de 2004
CTT vs ALENQUER

Os Alenquerenses andam zangados com as trocas que os Correios locais estão a fazer na correspondência.


Na base desta confusão está a distribuição de cartas, pois são inúmeras as cartas trocadas e devolvidas, além de alguns moradores se queixarem que “os carteiros estão sempre a mudar e nem chegam a conhecer os moradores ou as ruas”.


No entanto e segundo o depoimento do chefe do Centro de Distribuição Postal de Alenquer, o mesmo diz que a culpa é das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal, porque segundo afirmou à agência Lusa, esta situação surge por falta de planeamento da toponímia e da numeração dos edifícios.


Paulo Carmo deu o exemplo de existirem “casos em que na mesma rua têm três números iguais e, assim, não é possível trabalharmos, porque quando entram ao serviço carteiros novos eles sentem grandes dificuldades para cumprir a sua função, ao contrário dos carteiros antigos que praticamente entregavam a correspondência pelo nome, já que conheciam as pessoas”.


Segundo a mesma fonte as zonas mais problemáticas são as que correspondem às novas áreas urbanas, porque “há construtores que fazem o que lhes apetece. Dão nomes que bem entendem às urbanizações e os lotes”.


É lógico com a desorganização que vai na nossa autarquia isto vai continuar a acontecer .



publicado por Carlos José Ferreira às 06:48
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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2004
Urbanismo

47Alenquer2.JPG


A falta de re - qualificação urbana em Alenquer e no Carregado, onde a urbe se confunde com os cogumelos industriais deixados plantar pela gestão socialista , a ausência de incentivos para a fixação de empresas e a criação de zonas industriais de raiz, a incapacidade de criar meios capazes de induzirem a fixação e bem estar das populações, não só no eixo Carregado - Alenquer mas essencialmente no alto concelho, que continua desprotegido das politiquices da Câmara.


A lógica da construção em Alenquer, continua a ser um erro e serve apenas para encher os cofre de alguns, continua se a construir desenfreadamente sem critérios bem definidos de urbanismo e que preservem o património cultura de Alenquer.


Sem serem criadas infra-estruturas básicas para o bem estar da população sem espaços verdes o que é uma autentica catástrofe numa urbe como Carregado - Alenquer, não existir um Jardim, um espaço verde digno desse nome.


É uma vergonha e um insulto, o que se passou com o caso do Brandão será que os autarcas e os serviços técnicos competentes da Câmara não tem olhos ou será que os tem demasiado tapados, porque surgem situações destas, porque continuam a existirem obras sem licenciamento, mas afinal para que existem técnicos na Câmara.


Gostaria que a população de Alenquer percebesse de uma vez por todas, que Álvaro Pedro não faz favores a ninguém, nem os eleitores, devem favores ao presidente da Câmara, pois ele e o seu executivo são bem pagos por todos os contribuintes para desempenharem correctamente as suas funções, e para defender os nossos interesses



publicado por Carlos José Ferreira às 07:27
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Intervenção em Alenquer precisa-se
Fantástico seria ver as pessoas de Alenquer a mostrarem-se inconformadas. Vê-las participar na resolução dos problemas do concelho, na evolução do mesmo. Mostrarem-se preocupadas e obrigarem a aumentar o nível intelectual e a qualidade das decisões e discussões que se dão nas Assembleias de Freguesia e da Câmara. Exigir mais qualidade daqueles que são eleitos e dos que são pagos para resolver os problemas ( sem favores ).

É preciso que a população se lembre que os autarcas não estão a fazer favores ao concelho quando tomam boas decisões. Estão apenas a cumprir o trabalho para o qual são bem pagos.
Por isso, os eleitores têm o direito de criticar e exigir e, principalmente, não tolerar as lágrimas de crocodilos e discursos de vitimização que certos políticos usam quando são confrontados com más decisões ou casos duvidosos. E é importante lembrar aos Alenquerenses que podem assistir às reuniões da Assembleia Municipal e de Freguesia.

O público pode intervir. Aliás, digo mais: o público tem o dever de intervir. A bem do concelho, que vive num lodo de falta de ideias e passividade da classe política , a que mudar as coisas e trazer novas ideias para cima da mesa.


publicado por Carlos José Ferreira às 07:18
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Serão os políticos capazes de dar resposta ás legitimas expectativas das populações em geral?
De facto, a política que temos hoje em Alenquer é sem sombra para duvidas um reflexo daquilo que se passa em Portugal é um exemplo de descrédito, pois não ajuda de forma alguma a credibilizar classe política, por um lado temos um Presidente da Câmara que rapidamente esquece as promessas feitas durante a campanha eleitoral, do outro temos um País em descalabro e á mercê de uma dúzia de governantes que demostram não ter sequer capacidade de governar a sua própria casa quanto mais um País.

A descredibilização da política é nos dias de hoje um reflexo das atitudes dos políticos e da própria sociedade.

Como jovem, elejo como principal barreira a ultrapassar a noção que devemos ter da política, não num sentido formal, mas de uma forma natural que surja de uma participação da sociedade na política através de uma simples troca de ideias entre pessoas sobre determinado assunto, é para isso que existe a democracia.

Serão os políticos capazes de dar resposta ás legitimas expectativas das populações em geral? Esta é uma questão fulcral para analisar-mos o descrédito na política e nos políticos.

Só faz sentido fazer política se acreditarmos que podemos mudar alguma coisa para melhor, tendo por base a defesa intransigente dos interesses públicos. É necessário perceber que o fazemos com um sentido supremo de serviço á população.

No pós 25 de Abril existiu uma geração de políticos que acreditava em ideais, que tinha por base princípios e valores da democracia, no entanto, houve gerações seguintes que se foram esquecendo desses valores.

Acredito que esta nova geração de políticos embora defendendo "bandeiras" diferentes já se apercebeu de qual o caminho certo para inverter o sentido das coisas. Estou convicto que esta geração será capaz de fazer política com uma vontade extrema de lutar por forma a dar resposta aos problemas da população.


publicado por Carlos José Ferreira às 07:17
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Censura
De repente, o pais começou a discutir a liberdade de imprensa e a liberdade de opinião. Tudo isso foi motivado pela saída de Marcelo Rebelo de Sousa do Jornal da Noite da TVI, supostamente por pressões governamentais, entretanto desmentidas pelo Patrão da Media Capital.

Se é verdade que por um lado, é grave que um Governo tenha supostamente exercido, ainda que levemente, pressão sobre conteúdos ou formatos cuja responsabilidade não lhe diz respeito. Por outro, ninguém poderá negar que há, no caso específico, uma clara conveniência e um estranho timing na saída de Marcelo.

O mais curioso é ouvir alguns elementos do PS a defender a liberdade opinião e de expressão quando depois são os mesmo que vem interpor processos contra quem escreve contra as suas ideias e contra quem não partilha da mesma opinião.
Deve ser claro e inegável à importância em termos de educação cívica que Marcelo Rebelo de Sousa teve durante estes quatro anos, em todas as áreas, desde a literatura à simples compreensão da política e da cidadania.

No entanto gostava de saber o que pensa o secretariado geral do PS de situações em que são feitas pressões contra quem escreve contra o Partido Socialista , quando os jornais A B o C são colocados em tribunal em conjunto com os seus colaboradores devido a textos de opinião., pelo vistos o PS tem dois pesos e duas medidas e a liberdade imprensa e de expressão só podem acontecer se não disserem mal dos socialistas e do pouco trabalho que tem feito em Alenquer


publicado por Carlos José Ferreira às 07:11
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