
Alenquer pela sua história e tradição, procura uma estratégia de posicionamento como referencia cultural, turística, comercial e empresarial. Ora o êxito de tal estratégia é indissociável da valorização e aproveitamento do património existente. A que cuidar da história existente, a que promover o concelho em termos económicos e defender a sua centralidade, para podermos ganhar um lugar no futuro é necessário termos políticos que sejam acima de todo funcionários públicos e bons gestores dos nossos recursos, que económicos quer naturais este é um dos elementos âncora da estratégia, para recolocar Alenquer no mapa do pais.
Mas ao contrário do que seria de esperar, o nosso concelho encontra-se em sub-aproveitamento.
A meta de qualquer agregado populacional, quer seja uma vila, uma cidade, uma aldeia ou metrópole é proporcionar aos seus habitantes e a toda a comunidade envolvente um clima citadino de vivência agradável, em que exista um equilíbrio economia/ambiente. Obviamente que a dinamização económica é incontornável do real aproveitamento dos recursos existentes.
Com uma forte política de requalificação urbana, poderíamos transformar o Concelho de Alenquer numa zona aprazível, melhorar a qualidade de vida na dos Alenquerenses, através da correcção dos desequilíbrios urbanísticos e sociais existentes e resultantes de uma má política dos autarcas socialista da ultimas décadas.
Poderíamos conduzir há melhoria das condições de habitabilidade, de sociabilidade, de acessibilidade e mobilidade, de segurança e de integração social da população.